Debate: Porque se dá tanto tempo ao Papa?

Debate

Porque se dá tanto tempo ao Papa?

 

Apresentação do livro

O Papa no tempo e o tempo do Papa

 

14 de novembro de 2018, 18h00

Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos

Amadora

Realiza-se no dia 14 de Novembro, quarta-feira, pelas 18h00, no Auditório da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, o debate Porque se dá tanto tempo ao Papa?, incluído no ciclo de conferências Religiões e Culturas em Debate, a decorrer ao longo deste ano na Amadora.

Depois de debater a Religião com as abordagens da Ecologia, Igualdade de Género, Política, Demografia, Cidadania e Escola, propõe-se uma conversa sobre o papel do Papa. Como pano de fundo está o atual pontífice da Igreja católica, entre a crise e um dinamismo de reforma.

Porque tem o Papa um alcance simbólico para lá das fronteiras do catolicismo e da religião em geral? A que expectativa corresponde um Papa quando é eleito? Quem o ouve e que real valor é dado às suas palavras? O que explica e significa a importância dada a esta liderança religiosa quando se revela a tendência para a redução do número de pessoas que se dizem religiosas?

Estas são algumas das pistas para o debate, antecedido da apresentação do livro O Papa no tempo e o tempo do Papa (Edições Universitárias Lusófonas), com coordenação de José Brissos-Lino e Joaquim Franco, que reúne interpretações, crónicas e opiniões publicadas na comunicação social portuguesa a propósito do Papa Francisco, entre o drama dos abusos sexuais, as oposições internas, as reformas, o clericalismo e a desclericalização.

Esta sessão, com apresentação do livro e posterior debate, terá como oradores:

Henrique Monteiro (jornalista, ex-diretor do Expresso);

José Maria Brito (padre jesuíta, diretor do PontoSJ);

Eugénia Quaresma (Obra Católica das Migrações);

Jorge Pinheiro (historiador, cristão protestante);

Eugénia Magalhães (teóloga católica, presidente IEAC-GO/Instituto Estudos Avançados em Catolicismo e Globalização);

Joaquim Franco (jornalista, investigador em Ciência das Religiões);

Paulo Mendes Pinto (professor universitário, coordenador da Área de Ciência das Religiões da Univ. Lusófona);

José Brissos-Lino (professor universitário, coordenador do Instituto do Cristianismo Contemporâneo).

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