Maçonaria, Mito, Iniciação e Gnose

28 de Maio, 4, 18, 25 de Junho

Pretende-se neste curso, tendo como ponto de partida as fontes documentais históricas, conhecer e compreender os aspectos simbólicos, filosóficos e literários associados à iniciação maçónica, assim como a sua repercussão na cultura actual.

O Mito e o Rito
Sessão 1

  • O que é o mito e o rito
  • As origens lendárias e históricas.
  • As fontes
  • Os valores da Maçonaria, o que é ser-se maçon
  • A maçonaria arquetípica dos construtores.
  • Construção do templo “macrocósmico” (social, político, cultural) e construção do templo “microcósmico”, (psicológico, moral, espiritual)
  • Aprendiz, companheiro e mestre.
  • Iniciação: “Morrer para (re)nascer”
  • O aperfeiçoamento da pedra bruta até à pedra cúbica

Liberdade
Sessão 2

  • O mito da queda como pré-requisito do homem para a busca pela liberdade da humanidade.
  • O mito mosaico de Adão e Eva e seus descendentes.
  • O trabalho criador a partir de Seth.
  • A transição de Adão para Seth: Caim e Abel.
  • O mito de Prometeu como símbolo da luta pela liberdade: A descoberta do Fogo.
  • Paralelismos simbólicos: O tipo de pensamento de Epimeteu em contraste com o de Prometeu.
  • Caim e Abel / Hiram e Solomão (a lenda do Templo)
  • O contraste entre Caim (princípio activo) e Abel (princípio receptor): o intelecto e a inspiração.
  • O Nascimento do egoísmo através do intelecto.
  • A referência ao mistério de Pentecostes do Evangelho de João.
  • O Pentecostes como símbolo da luta pela liberdade.

Igualdade
Sessão 3

  • O princípio cristão de igualdade perante Deus e a sua aplicação literal durante a Revolução Francesa.
  • A Gnose hermética, platónica e cristã e a igualdade de possibilidades para todos de “iniciação”, “iluminação” e “transmutação”
  • Os axiomas herméticos e a iniciação.
  • O cristianismo do crucificado e o cristianismo da Rosacruz
  • O segredo do mar fundido (mar de bronze) e do triângulo áureo

Fraternidade
Sessão 4

  • O ideal de Fraternidade e a lenda do Templo.
  • A corrente espiritual do Maniqueísmo.
  • A lenda do maniqueísmo e a interpretação maniqueia do mal.
  • O mal como um bem “incómodo”.
  • O princípio maniqueu da iluminação espiritual própria, individual, no arquétipo do Fausto de Goethe, em contradição com o princípio de autoridade externa em Agostinho e Lutero.
  • A interacção do bem e do mal em ligação com os princípios de vida e forma.
  • Vida e forma na evolução do cristianismo.
  • A conquista do mal pela suavidade como objectivo da corrente maniqueia.
  • O sonho de C.RC. e as “Núpcias Químicas”