Porque é possível seguir a via que está do lado certo da História.
Em Lisboa, há dois dias: "Hanuka. Do ódio ao amor, numa celebração do direito a ser" por Paulo Mendes Pinto
"Em síntese, recebendo a luz que esta festa simboliza, falou-se de vida e de amor. Falou-se da liberdade e do respeito por todos os que desejam praticar publicamente a sua fé. Foi uma noite magnífica que a todos encheu de inspiração para nos focarmos no essencial e deixar o ódio no seu lugar."